segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Katy Evans - Real, Raw e Ripped



Série Real


Dessa vez, a Dupla de Duas convida Dri Ramalho, a famosa Krimalho, para dar seus pitacos nessa resenha. Essa série foi super mega comentada nos grupos de leituras de livros por seu mocinho ser bipolar. E claaaaro, fomos conferir a brincadeira. E vamos aos fatos. É boa? Siiim. Prende? Siiim, mais uma vez. O mocinho é um TDB?? Siiim. E a mocinha? Ah, a mocinha dá vontade de dar uma coça, daquelas bem dadas. Mas só um cadiquinho e vocês vão entender...rs

Remy é um lutador de boxe e gato que é bipolar, mas que por culpa da escritora não é medicado. Remy teve uma infância prejudicada pela visão dos pais da sua doença. Tratada como algo do demônio, ele acabou preso em hospitais psiquiátricos, e foi assim que acabou conhecendo seu amigo e mentor. Esse amigo depois passou a ser um dos personais trainners dele. A mocinha é Brooke, uma fisioterapeuta recém-formada e desempregada.

A Melanie, a amiga com afliceta de Brooke, convida sua amiga a assistir uma luta e conhecer o Riptide, o que ela faz pra agradar. E se dá bem. Pois assim que Remy bate os olhinhos na Brooke, acabou tudo. Foi paixão a 1ª vista. O cara quando percebeu que ela iria embora, mais do que depressa tascou um socão no seu adversário e pulou do ringue, fazendo contato imediato de 1º grau com Brooke. Depois de convidá-la pra um encontro no dia seguinte e ela cheia de planos de ser muito bem usada pelo moço, ele vem com a ideia de contratá-la pra sua equipe. WTH??? Ah tá, né? Num tem cão... Ela aceita e aí começa a aventura...

Ele depois de cada luta tinha uma festinha para descarregar suas energias. E assim que Brooke entrou na vida dele, a moça acabou com as festinhas. Na primeira vez que por acaso ela bate na porta da suíte dele e dá de cara com umas piris se “aproveitando” do moço (ele estava com uma delas no colo, mas com as mãos ocupadas... as dela, não as dele), a coisa muda de figura. Remy era um moço de riso fácil, mas volátil. De temperamento. Não aceitava dividir, muito menos com seu arqui-inimigo. O Escorpião. Cara do mal. Mas quem acaba se envolvendo com o malvadão? A irmã dela. Isso gera problemas para os dois. Torna-se a causa de todos os males. O livro é muito envolvente.

Remy tem um problema sério. Quando ele surta, seja por qual motivo for, precisava do seu remedinho. Se ele não se desafogasse numa catracada forte, subia pelas paredes. E seu remédio ficou meio inviável, pois ele não queria levar Brooke pra cama enquanto não confessasse para ela que era bipolar. E tinha medo da menina dar no pé. E é o que acontece no final do livro 1, mas não vou contar o motivo para não estragar a surpresa.

No livro 2 o casal continua no seu sanhaço. Muitas intrigas, muito remédio-de-catracada (pois ele já tinha superado o lance do segredo) e mais irmã peste (dela) para atrapalhar as coisas. Há um enorme mal entendido no livro 2, que depois é esclarecido. Mas isso nos causa um vuco-vuco nas entranhas. Roí minhas unhas todas por causa disso. Mas o que importa é que a série é boa. O Remy se comunicava com a Brooke através da música. Ele não era muito de abrir seu coração, portanto tirava seu iPad e escolhia uma música e passava para ela. Coisa mais fofa.


Ti


Bom, como eu já havia comentado, parto das minhas considerações feitas no grupo da Ordi, se você faz parte desse grupo já leu o que eu achei da leitura.

Tirando o fato de que namorar um bipolar (que não toma medicamentos) está fora de questão..., o livro é INTENSO, até acho que o cara tem algum DNA de casta, só pode.

Ele conhece a moça daquele jeito que a Tininha contou, porém, lá na frente, o moço explica que será barra o relacionamento dos dois, causo de que ele é insuportável no “normal”, o que diremos ele fora do “normal” (ele fica psicótico MESMO, igual dona de grupo, shuashuashua).

Ele fica fora do normal por vários motivos, o motivo mais forte são os ciúmes que sente da mocinha, bom... ele já avisa a foguetinho (a mocinha) disso e sabem o que a idiota faz? Beija o arqui-inimigo dele... o transtornado fica mais transtornado e parte pra briga, literalmente, e depois que o moço gostosão está no hospital sem poder se comunicar e nem levantar da poha da cama (por causa da briga no ringue) a mocinha o abandona.

Sacooooo, ele avisou que seria barra, ela que é “sã” sabia disso e mesmo assim faz essa merda com ele.

O lance da irmã dela é chatoooo, muitoooo chatooooo. A mocinha é chatinha, acho que é de família essa chatice. Comentamos no grupo que o livro poderia ser escrito apenas em um volume, eu também acho que tudo poderia começar e terminar em um único livro, o início do segundo livro é linhas de pensamento para relembrar o que aconteceu no primeiro.

Só que no segundo livro a coisa fica mais preocupante, porque a Brooke está grávida e é gravidez de risco, pensam que ela se entrega??? Que nada! Ela fica toda assanhada sempre que o vê, chega perto, pensa ou sente o cheiro do Remy.

O terceiro livro você pode dar um tempo para ler, porque é tuuudo o que aconteceu no primeiro e segundo livros, porém, na visão do Remy. Eu li na sequência e ficou cansativo. Lendo o terceiro livro as dúvidas que ficam da primeira leitura são dissipadas. Eu achei muito bonitinho os pensamentos dele, a necessidade dele se expressar através das músicas. Descreve força de seus sentimentos.

O cara é um casta.

Eu adorei a parte das músicas.

O Remy é um fofo, eu e você, com certeza, dávamos para o Remy, SEM DÓ!


Adri

6 comentários:

  1. Ficou legal!!! Muitoooo legal!!! Só acho, minha opinião.

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  2. Adriana, adorei seus comentários, você sempre me faz rir... hehehe. Nem cogito ler uma bomba dessas... 5 livros? Sobre o mesmo casal? kkkkkk
    No way!
    bjbj

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    1. Ah, Marildinha,,, vc deveria tentar ler o Riptide, o cara é O Cara!!! Realmente Krimalho tem razão.. ele deve ter DNA casta, só pode... e a resenha da Krimalho arrasou, né não??? rsrsrs

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  3. EXCELENTE RESENHA!!! deu até vontade de ler olivro... e eu que tinha jurado de pés juntos que este não iria ler... Vcs arrasaram meninas!!! bjs Cris Veiga

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  4. leia, leia, leia o Riptide... o cara é poderoso!!! rsrsrs,,, sério, fora a viajada legal da autora quanto à doença, a trama é maneira, o livro prende, a pegada é forte e o Remy é um sonho (esquece o fato dele ser bipolar, acho que ele é só mimadinho...rs)... e espeeeertooo. O que ele queria era desculpa para seu "automedicar"... hahahaha

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  5. Essa coisa de bipolar tem a ver com o personagem e a resenhista convidada??!! Entendiiiiiii. Almas gêmeas né??!!
    kkkkkkkkkkkkk

    Ficou ótimo tonga. Tu leva jeito hein?!rrsrs

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