sábado, 2 de agosto de 2014

A Voz de Archer - Mia Sheridan




    Terminei de ler esse livro e é daqueles que te faz simplesmente querer sentar e compartilhar com todo mundo. Que livro maravilhoso! Uma lição de vida! De coragem, de superação, de vencer seus limites... de ir ao infinito e além! Confesso que Mia me assustou um pouco no livro do Leo, talvez pela covardia do personagem, mas li todos os demais dela e gostei muito, mas no do Archer, meldels, ela se superou!!!  Ele é de uma delicadeza, de uma sensibilidade e carisma tão grandes que faz seu peito se apertar! Mas agora vou contar para vocês deste livro.

    Ele começa do começo... rs... de Archer quando pequeno, sendo filho de um beberrão que maltratava sua mãe, que por sinal parecia ter um relacionamento meio mal resolvido com o irmão do seu pai, seu tio Connor, que era o xerife da cidade. Tá. Confundi vocês? Vou desconfundir. O pai de Archer tinha mais dois irmãos, e por um acaso do destino eram os donos da cidade, seus ancestrais eram os fundadores de uma bela cidade à beira do lago. O que parecia paradisíaco escondia em suas profundezas terríveis segredos. Connor, seu tio, era casado com uma megera, e tinha um filho, Travis, mas com o decorrer do livro vimos que esse passado entre todos refletiria no futuro e muito. Todos os irmãos amavam Alyssa, a linda e doce mãe de Archer. Mulher de sorte essa hein?? Porém seu coraçãozinho pertencia a  Connor, mas um terrível acontecimento a faz se casar com Marcus Hale, o outro irmão e pai de Archer, dando início a todo o tormento que mudou tantas vidas. Connor e Alyssa resolvem assumir seu amor e fogem juntos com Archer para começarem uma nova vida. Só que no caminho sofrem um acidente causado pelo pai do menino, onde todos morrem e Archer fica terrivelmente ferido (Só lendo pra saber o que acontece na hora do caos, nada de spoiler aqui). Suas cordas vocais ficam irremediavelmente danificadas e da noite para o dia torna-se mudo. Mudo mesmo, sem soltar um som sequer. O que o fez uma criança arredia, e mais tarde um jovem totalmente recluso. Ele não interagia com mais ninguém, além do único tio que lhe restou, sendo repudiado por sua tia, esposa de Connor, e pelo primo Travis, que cá pra nós era bem mauzinho.

    Ele se torna o ermitão da cidade. Simplesmente aprenderam a ignorá-lo, a fingir que não o viam quando passava pela rua, e ele não falava com ninguém. Claro, ele não tinha voz, mas não tentava se comunicar com ninguém... até a chegada de uma forasteira, Bree.

    Bree também estava fugindo de um passado assustador. Seu pai também era surdo e foi assassinado na sua frente durante um assalto na delicatessem que possuíam. Como se não bastasse, o assaltante ainda tenta estuprá-la. Isso causa sérios pesadelos a ela, fazendo-a largar tudo que conhecia e recomeçar na cidadezinha de Archer depois de alugar uma casinha e começar a trabalhar quase que imediatamente como garçonete. A cidade é incrível! Ela desenvolve uma amizade sincera com os donos da lanchonete onde trabalha e estabelece, com muita dificuldade, um relacionamento com Archer, o recluso Archer, o temido, assustador, devorador de criancinhas e sei lá mais o quê o povo falava. Todos ficam abismados com o fato dela se tornar amiga dele. Até Travis tentar atrapalhar, pois havia uma antiga rivalidade e maldade naquele coraçãozinho alimentado pela mãe megera.


    Na verdade Travis foi produto do meio em que foi criado, e como foi criado. Não era tão mal assim, mas acaba causando muitos mal-entendidos ao longo da história. E deixe-me contar uma coisa para vocês: Archer era virgem de tudo: de beijos, de sexo e, principalmente, de relacionamentos. E com Bree ele vai se descobrindo. As descobertas são assustadoras para ele, e é uma história cativante. Envolvente. Emocionante. A voz de Archer é a coisa mais linda que existe. Pelo menos para Bree, e para mim. Ela falava a linguagem dos sinais que aprendeu convivendo com seu pai surdo-mudo. E a usa para “falar” com Archer... e é linda essa interação. Leiam. E já vou adiantando para as amigas, e parafraseando a Ramalho, eu comia o Archer... e você também, amiga. Ô homem bom. E fiel, e fofo... ai ai ... leiam.

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13 comentários:

  1. Livrinho maravilhoso, e ótima resenha, parabéns.

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  2. Ai meldes tô achando que tem muito trauma nesse livro... Não sei se estou a fim de ficar depremida. Apesar dissso parece ser um bom livro e quando eu estiver num momento de felicidade plena talvez arrisque em lê-lo. Kkkkkkkkk. Patty muito boa a resenha... Deu vontade de ler, mas está faltando coragem, rsrs. Bom Finds. Beijos Mil!!!

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  3. Não tô dizendo???
    Cai na besteira e voltei...e, mais uma pra interminavel lista...
    Posso escolher se eu de novo na proxima encarnação? Mas com direito a uma herança multi bilionária? e claro, voltar com pelos menos 25 anos...pra poder ler tudim que eu quiser...kkkk
    A resenha tá primorosa...

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  4. Meninas, leiam sem medo de ser feliz este livro. Ele é realmente muito fofo. E traumas a parte, que homem é aquele. meldels???

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  5. Lindooooooooooo!!!!!!!!!!!!1
    Ameiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!

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    1. Gladys, nós amamos o Archer tb!! Que voz linda, pois ele fala com o coração. Muito fofoooo.

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  6. Eu li, e desejo um Archer pra todas!!! Oooo homi bão d+

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    1. ô lá em casa, hein Lívia?? rsrsrs

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  7. Simplismente amei esse livro também,maravilhosoooo....ótima resenha viu!

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    1. Ah, Danny, muito obrigada pelos elogios, mas o Archer é uma coisa muito fofa de ler... e esse livro da Mia arrasou!!! rs
      Bjs e volte mais!

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  8. Respostas
    1. Ellen, sim, foi lançado pela Editora Arqueiro. Vale super a pena ler essa série, mas esse livro é fofo demais!!!

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