sábado, 18 de julho de 2015

Dupla de Duas entrevista Nana Pavoulih



Dupla de Duas entrevista Nana Pavoulih no lançamento do Reizinho, o cafaja, pela Editora Rocco na Livraria Travessa do Barra Shopping no dia 14 de Março.






Nós fomos convidadas para o lançamento do Reizinho, livro físico pela Editora Rocco, e coube a esta dupla bolar 3 perguntas (três míseras perguntas, vejam só, pra quem estava morta de curiosidade e afliceta pra saber de tuuuudo a respeito dos bastidores desse cafaja que mora em nossos corações) pra serem feitas a Nana. Bom, como eram apenas três, nós quebramos nossas lindas cabecinhas que só pensam em patifaria e desordem pra bolar como fazer o máximo de perguntas numa só!! Sacomé, né? Tivemos que rebolar para conseguir isso, mas Nana é bacana e nos respondeu como a lady que é.



E vocês não imaginam a cara dessa Dupla quando chegamos lá e descobrimos que fomos as únicas blogueiras convidadas ao evento!! Uau!!! As meninas que estavam na fila e viram a gente "furando fila" são nossas testemunhas.... hahaha.



Mais do que depressa nos abostamos e pusemos as manguinhas de fora.
Antes de mais nada queremos agradecer nossa amiga Lucilene lá de Alagoas, quem nos mostrou o maravilhoso mundo de Nana. E pra Luci nós guardamos um brinde todo especial, né Luci?



E vocês vão conferir o que Nana contou pra nós e para a mulherada que fez fila para conhecer essa diva. Foi maravilhoso e queremos aproveitar essa ocasião para agradecer toda a equipe da Editora Rocco, em especial a Mariana e Juliana, com quem tratamos desde o início, tão fofinha!! E à nossa diva, Nana Pavoulih, que nos abriu seu coração imenso e que é um amor de pessoa, além de talentosa e carismática.



Fica aqui nossa dica se você não leu: corra, Lola, corra. Não sabe o que tá perdendo!!! Mas vá rápido antes que acabe.



Entrevista da Dupla com a Nana:


1ª pergunta: Fala sério, Nana. De onde vc tirou um mocinho cafaja desses? Conta pra gente. Você por acaso se inspirou em alguém? Um vizinho, amigo, parente ou PA? Se foi, deixe de ser egoísta e passa o endereço que “azamiga tá tudo” querendo um TDB desses.

Nana: Ah, sabia que vocês iriam querer saber, mas coitado dele se eu contar...rs (aliás, foram muitos risos nessa entrevista toda!). Na verdade eu sempre li, e quando via livros que falavam de cafajestes, salafrários e patifes, eu lia e via que na verdade ou não eram tão cafajestes assim, ou que a mudança não foi tão radical. Aí pensei: vou escrever sobre um cafajeste de verdade, que trai, faz coisas horríveis como comer a irmã da mocinha e depois muda da água pro vinho. E aí fiz esse personagem, que na verdade já estava todo estruturado na minha cabeça. Quando coloquei no papel, ele saiu todinho como eu pensava que seria.

2ª pergunta: Quando estava construindo o reizinho, não se questionou sobre como seria a aceitação de alguém tão cretino, canalha, presunçoso, que trai com gosto (ô traindo lá em casa!) e se conseguiria virar o jogo a favor dele? Isso deve ter saído do mesmo cantinho do seu cérebro de onde saem as incríveis e hilárias ideias de vingança. Você se arriscou muito com um personagem diferente dos que costumamos ver e ainda colocou a trama se passando no Brasil, o que também é bastante incomum. Foi tudo perfeito!

Nana: Não tive esse medo por que eu escrevia e postava os capítulos no wattpad onde as meninas davam palpites e diziam pra fazer isso ou aquilo; aí eu só ria e dizia: esperem pra ver, vocês vão amar esse reizinho!! Quanto a escrever as histórias passadas aqui no Brasil, eu nunca pensei em escrever em um local diferente. Tenho outras séries passadas em outros cantos do Brasil e minha ideia é esgotar as possibilidades (essa Dupla aqui se meteu, é claro, e aproveitamos para fazer a colocação que os livros da Nana são tão boooons, que não importa onde se passa, se é em Ipanema, Nova Iguaçu, Nova Iorque ou Japão. Você mergulha tão fundo na história que não está nem aí se é John, Pedro ou James, só lê, e pede a Papai do Céu para abençoar essa escritora para ela continuar a nos brindar com ótimos livros, amém!).

3ª pergunta: Deixando de lado as inibições, vamos falar do que as Nanetes realmente querem saber. Nana, como você faz para se recuperar física e emocionalmente depois de escrever uma catracada enlouquecedora de quase dez páginas com um cara como o nosso reizinho Arthur Moreno mandando ver?! Pelo amor, criatura, isso é uma questão de utilidade pública!! Depois de lermos isso, estamos tão acabadas, que não sabemos mais quem somos, de onde viemos, pra onde vamos. Rsss
Nana: (primeiro a diva corou parecendo mocinha de livrinho). Bem, eu também tenho o mesmo problema de vocês, é claro! Mas leio bastante, assisto filmes para me inspirar para novas cenas dos livros.

Bom, encerrando esse post, vamos dizer que foi maravilhooosooo estar ali com Nana e mais uma vez agradecemos a equipe da Editora Rocco pela acolhida e por serem tão bacanas, e finalmente, às meninas que foram ali prestigiar Nana e pedir autógrafos nos seus exemplares.

Participamos de um Quiz bastante divertido que acabou brindando algumas meninas que responderam ao Quiz, e a uma nanete corajosa que leu um trechinho do livro do Reizinho. Trecho este que lhe rendeu um Kit da Rocco com um exemplar ali dentro!!! Aê, parabéns a todas! Como viram, foi uma tarde pra lá de divertida, e se você foi, parabéns, e se não foi, aguarde a próxima. Mas vá!! Não sabe o que perdeu, ops, agora já sabe.....rs.

Esta entrevista demorou, mas saiu...rs. E já avisamos que a série é boa demais e vicia!




2 comentários:

  1. Ahhhhhhhhh que lindas!
    Adorei as perguntas!
    Tô chorando aqui porque não pude ir, toda pronta tive um emprevisto. Aff
    Mas a Bienal me aguarda.
    Como sempre arrasando.
    bjs,
    Luana

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  2. Foi MAAAARAAAAAA Luana! Relaxa que Bienal tá chegando e Nana, The Best, estará lá. UHU!!!

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